
Relacionamentos frustrados: Toda vez a mesma coisa?
Sabe aqueles relacionamentos frustrados, que você investe muita energia com a esperança de ter algo sério com alguém, mas no final acaba se decepcionando?
Então, acontece que na maioria das vezes procuramos alguém que atenda nossas expectativas. Portanto, o primeiro passo para a frustração está nisso, pois criamos uma imagem do outro em nossa mente e quando essa imagem não vira realidade vem a frustração.
Num primeiro momento estamos diante de uma expectativa nossa daquela pessoa. Esse primeiro momento é denominado paixão.
Com o tempo vamos percebendo defeitos e atitudes que não nos agradam, afinal ninguém é perfeito certo?
Quando pensamos nos relacionamentos frustrados precisamos pensar que também tivemos uma contribuição para não ter dado certo.
Temos o hábito de colocar a culpa toda no outro, mas ninguém se relaciona sozinho.
Comece a entender que nós buscamos no outro características que nos faltam.
Por exemplo: Se me sinto uma pessoa frágil e insegura irei buscar alguém forte e seguro de si.
Mas tenho uma boa notícia para te dar: Isso que você busca no outro existe dentro de você sabia?
Sim! Todos nós temos recursos internos suficientes, mas se deixamos essa missão de nos preencher nas mãos do outro, sempre haverá uma frustração.
Seus relacionamentos sempre serão frustrados porque o outro não consegue atender todas as expectativas lançadas sobre ele.
Como a terapia pode me ajudar em relação a relacionamentos frustrados?
A terapia familiar pode te ajudar a entender como você funciona e a partir dai te possibilita criar consciência de padrões relacionais disfuncionais.
Através da análise da sua estrutura familiar, o terapeuta conseguirá entender o que você está tentando resolver no seu nível relacional.
Sim! Existem pendências familiares que são explicadas para você no processo de terapia.
Já parou para pensar que pode estar repetindo suas escolhas em relação aos seus relacionamentos? Isso contribui para que todas as escolhas sejam frustrantes.
No processo de terapia podemos entender melhor qual o perfil do relacionamento mais assertivo para você.
Procure ajuda de um profissional e comece a ter uma vida amorosa mais assertiva.
Amor próprio: Qual o segredo?
Tantas pessoas falam de amor próprio, mas afinal, o que é isso?
Amor próprio é o amor que as pessoas tem por si mesmas. É o cuidado, o carinho e o valor que dão à elas mesmas.
Às vezes no processo terapêutico as pessoas que reclamam de seus relacionamentos. A primeira coisa que investigo é se essa pessoa se ama em primeiro lugar e sabe por que faço isso?
Por que para um relacionamento ser saudável é preciso que a pessoa esteja bem consigo mesma para estar bem com os outros.
Lembre-se que relacionamento é vínculo, é troca!
Portanto, como vou me vincular e permitir trocas se não me amo e não me considero bom o suficiente?
Diante disso, podemos compreender que se não tiver amor próprio, seus relacionamentos podem ser na maioria das vezes frustrantes.
Nada melhor do que a psicoterapia para te ajudar a entender a falta desse nutriente importante na sua vida.
Mas vou te dar algumas dicas para colocar em prática e melhorar um pouco a auto estima tá bom?
Qual o segredo para se ter amor próprio?
-
Aceitação: O maior segredo para se ter amor próprio é se aceitar do jeito que é.
-
Não dar importância para julgamento dos outros: Não fique se importando para o que os outros pensam de você, senão fica impossibilitado de ser feliz.
-
Seja autêntico: Já existem pessoas demais no mundo, seja você mesmo e não copie ninguém. Você é interessante do seu jeito!
-
Se valorize: Valorize todas as suas qualidades e se esforce para melhorar o que ainda não está bom na sua vida e no seu jeito de ser.
-
Acredite em você: Só você sabe do seu potencial, da sua força interna. Então não espere reconhecimento dos outros, apenas acredite que você é capaz.
Em suma, se você não se amar, quem vai?
No entanto, não adianta os outros ficarem te lembrando disso, você precisa acreditar.
artigos
TERAPIA FLORAL PARA DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE
O uso de determinado sistema floral para tratar diversos problemas relacionados ao bem-estar é cada vez mais frequente e presente em nosso dia a dia, uso este que até mesmo já extrapolou a esfera humana e é aplicado inclusive a animais de estimação e plantas. Veja no artigo como usar a terapia floral para combater o déficit de atenção.
Mesmo com todo esse crescimento, as possibilidades de aplicações para os florais ainda são pouco conhecidas. Ao questionar um conhecido é muito pouco provável por exemplo que ele saiba que um floral pode ser utilizado para tratar de forma complementar o déficit de atenção.
Como o campo de atuação floral é de proporções imensas, pois atua em questões muito abrangentes e que se relacionam a diversos aspectos da vida humana, as possibilidades de uso são igualmente vastas.
COMO A TERAPIA FLORAL ATUA SOBRE O DÉFICIT DE ATENÇÃO?
Antes de falar sobre o tratamento de base floral propriamente dito, é preciso entender um pouco melhor o que é o déficit de atenção e como ele funciona.
Transtornos de déficit de atenção podem se ramificar e receber alguns nomes e siglas particulares, como o TDAH, que significa Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade, e também o DDA, que é o Distúrbio do Déficit de Atenção. Cada uma dessas nomenclaturas possui características próprias, e por isso recebem a recomendação de um grupo floral diferente.
Estes transtornos de déficit de atenção são tratados em sua grande maioria em crianças, e podem ter causas tanto genéticas como ambientais. No caso, o que realmente causa o problema é algum transtorno neurobiológico, de causas genéticas, mas que pode ser agravado em muito pelas condições do ambiente onde a criança está exposta.
Os transtornos de déficit de atenção são condições que acompanham o indivíduo por toda a vida, e por isso mesmo é preciso que seja tratado adequadamente. Já houve um tempo em que as pessoas não reconheciam essa condição e muitos achavam que se tratava de um mito; alguns ainda podem pensar assim, mas a própria Organização Mundial da Saúde (OMS) já reconhece oficialmente esses transtornos como questões de saúde e passíveis de tratamento para otimizar a qualidade de vida tanto do paciente quanto de seus familiares.
Não reconhecer esse tipo de problema é hoje o mesmo que dizer que a depressão não existe, por exemplo. O déficit de atenção já é incluído como um problema de saúde pública e inserido na lista de doenças tratáveis em muitos hospitais.
Existe até um Conselho Internacional que conta com alguns dos mais renomados médicos do mundo, destinado exclusivamente a publicações científicas sobre o assunto. Na América do Norte, por exemplo, os portadores de déficit de atenção já são protegidos pela lei quanto a receberem tratamento diferenciado na escola.
TERAPIA FLORAL PARA TRATAMENTO
O déficit de atenção afeta hoje cerca de 3 a 5% das crianças pelo mundo e, se o seu filho for um dos que estão inseridos nessas estatísticas, os florais podem ser muito úteis como tratamento auxiliar para o problema. A principal motivação em se procurar um tratamento floral em geral é a de preservar a saúde da criança; não é fácil para um pai ou uma mãe se sentirem confortáveis em dar para uma criança medicamentos fortes e que podem causar dependência como a Ritalina.
A maneira mais simples de se buscar um tratamento com terapia floral é se apoiar em duas fórmulas, onde a primeira delas é voltada mais para a falta de atenção e a segunda aborda a hiperatividade com mais especificidade. Lembrando que, apesar de se destinarem em grande parte para as crianças, adultos também podem fazer uso dessas fórmulas e se beneficiar delas.
Ao dividir sintomas do déficit de atenção em desatenção, hiperatividade, impulsividade, desmotivação e problemas com espaço pessoal, podemos dividi-los nas duas composições florais e explora-las em um nível mais profundo.
Florais não tratam doenças, mas emoções em conflito. E, a partir do equilíbrio emocional o paciente pode ter sucesso maior no tratamento de patologias,. "É por isso que chamamos os Florais de terapia complementar". Já conhecido dos adultos, método passou a ajudar os pequenos hiperativos, uma tentativa dos pais de não comprometer o rendimento escolar.
Os florais dão suporte ao tratamento de doenças e que resultados indicaram que o paciente, utilizando-se desse método, responde mais rápido à medicina tradicional. A vantagem do uso de florais em crianças, em relação aos adultos, é que elas têm menos "resistências". "O objetivo dos florais é chegar à essência original do indivíduo, que se perde ao longo dos anos. Acontecimentos durante a vida podem ter levado a pessoa criar 'defesas' que resultam nos conflitos emocionais. As crianças, assim, estão mais próximas dessa essência".
Sem esses conflitos emocionais que levam ao chamado "efeito cebola" no adulto - quando uma série de emoções cobre a outra, como camadas, e precisa ser descascada até a essência -, as crianças podem apresentar comportamentos que prejudicam, principalmente, o rendimento escolar.
Entre os que mais preocupam os pais está o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Agitação e desatenção são apenas alguns dos comportamentos da criança que sofre desse mal. No entanto, seu diagnóstico requer cuidado, pois esses estados de ânimos também são comuns na infância. "A repetição desses sintomas em todos os ambientes é que sinaliza o TDAH.
"Na escola, a criança hiperativa não presta atenção à aula porque para ela as aulas são um tédio, o que se reflete em baixo rendimento escolar. Dificilmente, ela respeita regras ou obedece ordens, além de atrapalhar toda a turma.".
terapia floral auxilia muito no tratamento, inclusive "A Organização Mundial de Saúde (OMS) reconhece a Terapia Floral como ciência desde o ano de 1976, conforme consta…", continue lendo em: https://www.diariodoscampos.com.br/noticia/pesquisadora-esclarece-duvidas-sobre-os-florais-de-bach.